segunda-feira, 20 de abril de 2009

REENCARNAÇÃO

Enquanto escrevo o meu silêncio
Teu olhar segue a minha viagem de dor.
Não tenho nada de ti.
Olhar te nos olhos dá me paz.
Não me deixes partir.

Tenho tantos segredos.
Que não quero contar.
Na escuridão da minha poesia.
Vejo te dentro de mim.

Abraçados como amantes.
É medo que estraga.
O momento fugaz de prazer.
O que me salva agora ?
O teu olhar...



José

4 comentários:

Teresa Durães disse...

os olhares têm essa capacidade!

Ana disse...

E quando o olhar é entre dois cúmplices então o olhar tornar-se de uma intensidade tal que nada é mais forte ou mais intemporal!

impulsos disse...

José
Nem te sabia de volta...

Escreve sempre o que o teu coração te pedir e a tua alçma te ditar, como muito bem o fizeste neste poema simples e grandioso!

Voltarei decerto.

Beijo

ZezinhoMota disse...

Entrei por acaso e gostei de o ler.

Abraço.

ZezinhoMota